Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Stefhany – O Fênomeno Brasileiro do You Tube

Mais uma vez o You Tube vem a cena mostrando que veio para ficar. Alem disso, sua função e exatamente fazer o que as rádios não fazem mais (ou nunca fizera). Depois do sucesso Global de Susan Boyle, outra garota bem mais atraente esta fazendo a cabeça dos jovens. É Stefhany, uma mocinha de 17 anos que mora na longínqua e desconhecida do grande publico Picos, cidade ao norte da Teresina (Capital do Piauí).

Criticada por alguns invejosos sem expressão, que a chamam de brega entre outros termos, a verdade que ela veio para ficar e alegrar a vida das pessoas no sofrido nordestes e resto do Brasil.

Seus clips são simples mas a cantora já está cobrando R$ 45.000,00 por show e já se apresentou com Preta Gil. Ela já cantava mas seu sucesso começou mesmo depois que um desconhecido colocou um vídeo no You Tube. A garota de 17 anos foi convidada por Preta Gil, que bancou sua viagem de avião. Em frente a uma plateia repleta de famosos, ela não se intimidou.

“No norte e no nordeste eu já cantei até para 30 mil pessoas. Então, aqui foi tranquilo”, minimiza ela, agradecendo ao carinho com que foi tratada por Preta e sua equipe.

Aos 8 anos, Sthefany começou a cantar com a mãe em shows. Depois, passou a se apresentar com bandas, e recebia diárias de R$ 30 a R$ 40. Quando pensou em tentar a carreira solo, ela e a mãe viajaram para São Paulo na tentativa de encontrar um empresário. Mas se depararam mesmo com um camelô, que vendeu “12 mil” cópias do primeiro CD da menina em cinco dias.

Parecia mesmo que ela levava jeito. Então a mãe, Dona Net, resolveu gastar R$ 1.500 com um cameraman para gravar os clipes que ela colocaria na Internet. O maior hit é ‘No meu Crossfox’, versão de ‘A Thousand Miles’, de Vanessa Karlton. “Já passamos por muitas dificuldades na vida, mas minha mãe nunca me deixou desistir”, destaca Sthefany, que faz 30 shows por mês. “O valor de um show dela hoje varia de R$ 25 a R$ 45 mil reais, depende do local e da estrutura”, inflaciona Janeto, o empresário (Segundo o Jornal O DIA ONLINE)

Quando chegou ao Rio, Sthefany foi recepcionada também por Luciano Huck. Ela deve voltar ao Rio para gravar participação no ‘Caldeirão do Huck’ ainda este mês. “Nunca cantei pensando em ser uma artista famosa. Só queria cantar. Meu maior ídolo é Amado Batista, com quem já cantei. Sonho também cantar com o Roberto Carlos. Seria uma grande honra”, derrete-se a menina.

Preta Gil quer ajudar nova cantora a conduzir carreira

Muito mais do que apresentá-la à plateia carioca, Preta Gil quer ajudar Sthefany a não cair em armadilhas. “Conheço muita gente. Posso dar orientações porque acho que ela tem talento e não pode ser mais um fenômeno da Internet que some de repente”, diz Preta.

Ela deseja trazer Stephany mais vezes ao Rio. “Acho ela autêntica e, como sou uma artista sem preconceitos, circulo por todos os ritmos, inclusive pelo forró do nordeste que ela canta. Não gosto quando as pessoas falam que algo é cafona. Brega é rotular as coisas de cafona”, determina.

Saiba mais em:

http://www.45graus.com.br/blogdasestrelas/40527/sthefany_cobra_ate_r_45_mil_para_fazer_show.html

http://www.ai5piaui.com/noticia,11471.html



Abril Cultural Fecha dois Canais de TV

Abril descontinua canais de TV e da Revista da Semana
Em comunicado, grupo de mídia declara que suspenderá as atividades do Ideal e do Fiz TV a partir do próximo dia 30; Revista da Semana também será descontinuada
18/06/2009 - 16:43

Os canais Ideal e Fiz Tv, do Grupo Abril, deixarão de existir a partir do próximo dia 30 de junho. Em comunicado enviado nesta quinta-feira, 18 de junho, o Grupo Abril informa que suspenderá as atividades dos dois canais por conta das dificuldades de distribuição do conteúdo na TV por assinatura.

Como justificativa, o grupo declara acreditar que somente uma competição saudável pode promover e estimular o surgimento de novos núcleos de produção audiovisual no País. Na nota, o presidente executivo do Grupo Abril, Giancarlo Civita, declara que a empresa continuará firme na missão de levar um bom conteúdo a população. "Há quase 60 anos buscamos levar o melhor conteúdo a todo o Brasil, independentemente do meio de comunicação ou plataforma utilizada. É a nossa missão e vamos continuar a seguir esse objetivo", afirma o executivo.

O Grupo Abril mantinha os dois canais no ar há dois anos. Os sinais do Ideal e do Fiz TV eram transmitidos apenas pela TVA (pertencente ao próprio grupo Abril) e por algumas distribuidoras de TV por assinatura independentes. As atividades dois dos dois canais serão mantidas no Grupo somente até o próximo dia 29 de junho.

Revista da Semana
Em outro comunicado, a Editora Abril também decretou o fim da Revista da Semana, título lançado em agosto de 2007 com a missão de trazer um apanhado semanal das principais notícias publicadas pela imprensa nacional e internacional. O título deixará de circular a partir do próximo dia 25 de junho.

Na nota, o presidente executivo da Editora Abril, Jairo Mendes Leal afirmou que a diretoria do grupo acreditava que o título pudesse se firmar mesmo diante da competitividade impulsionada pela grande circulação de informação nos meios digitiais, mas que a crise econômica e a retração do mercado acabaram inviabilizando o projeto.


Fonte:
http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Abril_descontinua_canais_de_TV_e_da_Revista_da_Semana

Comentario da Televia

Os dois canais eram bons e o FIZ TV apesar de ser uma grande idéia, talvez não vingou devido a seu site. Passamos dois meses tentando enviar conteúdo e o mesmo apresentava problemas, tanto que desistimos. Isso é um alerta para todos aqueles, em especial quem sonha a ter sua TV Comunitaria (que na verdade comunitaria so no nome e na licença), que o dificil não é a liberação do canal nem o preço dos equipamentos. O mais complicado continua sendo o conteudo. Isso nem a Globo consegue mais, com tantos milhões disponiveis.

Até o momento a TVA não se pronunciou se vai reduzir o valor da mensalidade ou colocar outros canais. A TVA é uma das TVs por assinaturas mais populares e que tambem não mantem um sistema on line (via site ou e-maill, para resolver os problemas de assinantes. Talvez seja por isso que outras TVs por assinatura estejam ganhando espaço em Viamão - RS.

Incrivel é que vivemos a pré-historia da TV Americana, quando falavam que os enlatados não prestavam. Ainda hoje é possivel ficar "preso" assistindo filmes como "Batman", "A Feiticeira", "Familia Adans", "Ilha da Fantasia", "Um Maluco no Pedaço" etc. Mas tente ver até o fim algo como "Toma lá da cá"...

Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Oi produz conteúdo para celular, internet e televisão

Sexta-feira, 05 de Junho de 2009, 00h02

Colaboração e multiplataformas. Essas são as palavras de ordem para a área de conteúdo da operadora de telefonia celular Oi. Além de programas para internet e celular, a operadora hoje ainda tem um canal de televisão por assinatura em Minas Gerais, que serve como laboratório para formatos e ações integradas entre as diversas mídias. "Nossa área não trabalha com fomento nem com patrocínios. O conteúdo para celular e para internet ainda não dá retorno financeiro, então temos de considerar a possibilidade do vídeo colaborativo e trabalhar com a perspectiva do baixo custo", afirmou Adriana Alcântara, gerente de conteúdo de TV, no 10 Forum Brasil - Mercado Internacional de TV.

A empresa realizou um pitching no ano passado para selecionar programas voltados para as três mídias. Depois de inscritos, os projetos tiveram um canal aberto para tirar dúvidas e se prepararam para a apresentação com a orientação da Oi. O vencedor foi "Os Buchas", uma série de ficção que conta a história de rapazes que têm dificuldade para conquistar as mulheres de seus sonhos. Os espectadores podem receber dicas de conquista em seus celulares e enviar histórias cômicas de conquistas para serem exibidas na internet.

Do pitching também foi selecionado a série de terror "Castigo final", da produtora portuguesa beActive. Fundada em 2002, a produtora é especializada em formatos multiplataforma e já vendeu programas e formatos para diversos países. O diretor da beActive, Nuno Bernardo, participou da apresentação da Oi e afirmou que o programa começa a ser gravado no Rio de Janeiro na próxima semana. Oito mulheres estão em um presídio fantasma e cada uma delas pode ser a próxima vítima das estranhas mortes que estão acontecendo. Haverá teasers no rádio e pelo celular, concursos na internet e, no final, quatro programas de 30 minutos em formato de documentário para explicar toda a história. "Apostamos no projeto porque ele realmente foi pensado para todas as mídias, mas cada uma delas também funciona separado", acredita Adriana.

A Oi se prepara para lançar um novo pitching, na segunda quinzena de julho, que vai selecionar os projetos que serão desenvolvidos em 2009/2010. Lizandra de Almeida.


Saiba mais coisas nesta area:

http://www.telaviva.com.br/News.asp?ID=133661&Chapeu=

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

"Essa juventude tem que parar de ficar só pendurada na internet. Tem que voltar a assistir TV e ouvir rádio."

Internauta rechaça pedido de ministro e diz preferir web à TV

"Essa juventude tem que parar de ficar só pendurada na internet. Tem que voltar a assistir TV e ouvir rádio." Posta à prova, a declaração feita pelo ministro Hélio Costa (Comunicação) foi reprovada pelos internautas. Em enquete realizada pela Folha Online entre 20 de maio e 3 de junho, 4.293 dos 5.284 votantes (81%) disseram não sentir vontade de trocar computador por televisor.

O discurso nostálgico de Costa, 69, foi feito no dia 19 de março, na cerimônia de abertura do 25º Congresso Brasileiro da Radiodifusão, em Brasília. O congresso é organizado pela Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão). Pré-candidato ao governo de Minas Gerais pelo PMDB, Costa começou sua carreira como radialista. Também foi jornalista da TV Globo.

Em 2008, o diretor de engenharia da emissora carioca, Fernando Bittencourt, resumiu a dificuldade dos conglomerados de mídia em se adaptar às novas tecnologias: "Éramos felizes e não sabíamos", disse, em um congresso de TV digital. "Há dez, 15 anos (...) a única forma de ver televisão era pelo ar", explicou.

Nos EUA, grupos de mídia também tentam embarcar no bonde do conteúdo on-line alguns, com sucesso. É o caso do site Hulu (www.hulu.com), que tem à frente a News Corp. (dona da Fox) e a NBC Universal e reúne séries, vídeos e filmes vários em alta resolução para o público norte-americano. Contrário às previsões iniciais, provenientes do Vale do Silício, de que seria um desastre épico, o Hulu desponta como uma forte ameaça à hegemonia do YouTube.

Fonte: http://www.tvcanal13.com.br/noticias/internauta-rechaca-pedido-de-ministro-e-diz-preferir-web-a-tv-64004.asp

Terça-feira, 26 de Maio de 2009

TV por assinatura pré-paga é lançada de olho nas classes B e C

TV por assinatura pré-paga é lançada de olho nas classes B e C

Luiz Guilherme Gerbelli
Do Diário OnLine

Começará a ser comercializada a partir desta quarta-feira a TV por assinatura pré-paga DHTi, destinada prioritariamente para as classes B e C. O serviço, ainda pouco usual no Brasil, inaugura uma nova fase no segmento de televisão paga no País ao oferecer mais mobilidade para ao cliente. No plano oferecido pela companhia, existe a possibilidade de que o usuário assine um contrato mensal, semanal ou apenas para os finais de semana.

Mesmo representando o maior número de domicílios brasileiros, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as classes B e C possuem uma penetração de televisão paga de apenas 24% e 7%, respectivamente, de acordo com a DHTi.

Também operando no esquema pós-pago, a companhia oferecerá canais de filmes e esportes, entre outros, por uma taxa que vai variar entre R$ 14,90 e R$ 39,90. Apostando no novo projeto, o diretor da empresa, Guilherme Aguinaga de Moraes, acredita que o mercado de televisão paga seguirá os passos da telefonia móvel para se tornar mais popular.

"Podemos olhar para trás e verificar o crescimento do celular no Brasil. As camadas mais baixas passaram a contar com o celular com o advento do pré-pago", declarou Moraes, que lembrou que a televisão por assinatura cresce num ritmo de 14% desde 2005. "O sistema de pré-pagamento tende a ganhar espaço no mercado, assim como aconteceu com o celular", concluiu o diretor da companhia.

Até 2014, a DHTi espera contar com um cartel de 2 milhões de clientes. Para isso, além de apostar na classe média, a empresa também quer conquistar os telespectadores que residam em cidades com até 200 mil habitantes. Normalmente, os municípios deste porte não contam com cabeamento disponível para a transmissão da TV por assinatura.

Tecnologia - Segundo a DHTi, o sinal oferecido para o cliente será digital e via satélite. Ele será levado até as residências por antena parabólica e, portanto, estará disponível para todo o País.


Fonte: http://tecnologia.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&pg=detalhe&c=7&id=5746499&titulo=TV+por+assinatura+pre-paga+e+lancada+de+olho+nas+classes+B+e+C

Começa em Brasília o II Fórum Nacional de Tvs Públicas

O foco dos debates foram: opções de financiamento, conteúdo da programação, migração para o sistema digital e regulamentação das emissoras.

Da Redação

Brasília - Opções de financiamento, conteúdo da programação, migração para o sistema digital, regulamentação das emissoras. Esses são os temas essenciais do debate aberto hoje (26) sobre a realidade do campo público da televisão no Brasil e foram contemplados nos discursos da Mesa de Abertura do II Fórum Nacional de TVs Públicas, que está sendo realizado na Câmara dos Deputados, em Brasília. Para um auditório lotado, os componentes da mesa desfilaram, um a um, os assuntos que prometem balizar o início de um novo momento para as mais de 2,2 mil públicas brasileiras.

Os trabalhos do II Fórum Nacional de TVs Públicas foram abertos pela deputada federal Raquel Teixeira (PSDB-GO), primeira vice-presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara Federal. A parlamentar acredita que o objetivo principal do evento deva ser discutir as possibilidades de financiamento para as emissoras públicas de televisão.

Segundo Raquel Teixeira, é preciso atender às demandas por uma nova legislação de financiamento “e que estas propostas sejam encaminhadas não só aos ministérios, mas também ao poder legislativo”, disse. A deputada acredita que os resultados dos debates serão essenciais como subsídios à Conferência Nacional de Comunicação, que acontecerá em dezembro de 2009.

Ao falar em nome das entidades do campo público de televisão, o presidente da Abepec, Antonio Achilis, celebrou o fato de já haver uma identidade dentro da imensa diversidade da televisão pública no Brasil e avisou que a hora é de discutir o caráter, o suporte legal e o comprometimento com a sociedade. Achilis enfatizou que os princípios da regulamentação da área estão materializados na legislação que criou a Empresa Brasileira de Comunicação(EBC), em abril de 2008, mas infelizmente estes ficaram limitados aos parâmetros de emissora pública regida pela União. A intenção é adequar a legislação para contemplar as emissoras públicas não-estatais. Para isso, prometeu a partir de agora levar esta pauta ao Senado, à Câmara e aos ministérios.

Coube ao senador Federal Flexa Ribeiro (PSDB-PA), presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal, uma frase que resume os anseios da área: “É preciso diminuir as desigualdades, mas ressaltar as singularidades das emissoras públicas de cada região do País”, disse o parlamentar. Para o senador, é imprescindível discutir o conteúdo da programação, para que este contemple toda a diversidade brasileira.

“Desejamos estar no canal aberto”. O professor-doutor Gilberto Selber, presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (CRUB) colocou, logo de início, os desejos das emissoras universitárias. Selber apresentou dados do setor: são 143 universidades associadas ao CRUB – dentre instituições públicas, estaduais e municipais – sendo que 120 já com canal universitário. Este conjunto de emissoras produz, semanalmente, 240 horas de programação inédita, com conteúdo vinculado à prevenção à saúde, à cultura e principalmente à educação, que ficam restritas ao canal fechado. Segundo Gilberto Selber, “é preciso trazer a inteligência das universidades como contribuição para o sistema aberto de televisão”.

Octavio Pierantini, coordenador geral de TV e Plataformas Digitais do Ministério da Cultura, iniciou sua participação fazendo um relato do que ele acredita deva ser o perfil do Canal da Cultura, previsto na criação da TV Digital. Em seguida, avisou que na audiência marcada para o dia 18 de julho próximo, o ministério ouvirá programadoras e produtoras independentes e demais entidades da sociedade civil para balizar alterações na legislação.

E a primeira mesa do II Fórum Nacional das TVs Públicas foi encerrada com uma fala bastante esclarecedora do deputado federal Marco Maia (PT-RS), vice-presidente da Câmara dos Deputados. O parlamentar fez questão de jogar por terra uma imagem preconceituosa da televisão pública que ainda pode permanecer para alguns poucos desavisados. Segundo o deputado, TV pública era sinônimo de atraso, má-preparação, sucateamento, de emissoras descoladas do foco da realidade do povo brasileiro.

"Hoje, sabemos que elas cumprem um papel significativo para a construção da modernidade e temos que trabalhar no sentido de garantir que esse processo tenha continuidade”. Para Marco Maia, o momento é de articulação entre as televisões públicas para permitir a competitividade com as emissoras privadas e de estabelecer uma prioridade ao conteúdo de informação para o cidadão.

O parlamentar também adiantou: “O fato de ser público não deve significar estar ligado a um ou outro governo e sim de estar a serviço do cidadão brasileiro. A televisão pública é um instrumento da sociedade brasileira e não de governos”. E falando em nome da Câmara Federal, prometeu: “Esta casa assume o compromisso de contribuir ativamente para o fortalecimento do campo público da televisão no Brasil”. As informações são da Objeto Sim Projetos Culturais.


Fonte: http://www.portugaldigital.com.br/noticia.kmf?cod=8487537&indice=0&canal=159

Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

II Fórum Nacional de TVs Públicas acontece em Brasília


O campo público de televisão, através de suas entidades representativas, convoca o II FÓRUM NACIONAL DE TVS PÚBLICAS. Desta vez, o evento que acontece em Brasília, de 26 a 28 de maio, é um chamado das entidades do setor e será uma Instância Oficial da Conferência Nacional de Comunicação, que o governo programa para dezembro próximo.

Temas como regulamentação, alternativas de financiamento e modelos de programação estarão em pauta, assim como os exemplos da situação das emissoras públicas no mundo. Para isso, foram convidados três executivos com experiências marcantes na Europa e nos Estados Unidos: Giovanni Gangemi, sócio diretor do ISICULT (Instituto Italiano per l´Indústria Culturale), Cynthia Fenneman, presidente da American Public TV (produtora e distribuidora das PBSs americanas) e Jeroen Verspeek, diretor de audiência da TV Pública Holandesa (NPB).

Abepec (Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais), ABTU (Associação Brasileira de Televisão Universitária), ASTRAL (Associação Brasileira das Televisões e Rádios Legislativas) e ABCcom (Associação Brasileira de Canais Comunitários) estão juntas para um amplo debate das questões urgentes do campo público de televisão.

As quatro entidades reúnem hoje cerca de 2.200 emissoras e retransmissoras cobrindo mais de 3.000 municípios em todo o território nacional, operando abertamente ou no cabo. O evento tem o patrocínio do Ministério da Cultura e da EBC, com apoio do Interlegis e do Itaú Cultural, além da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara Federal.

Diferentemente do I Fórum Nacional de TVs Públicas, que aconteceu em 2007, agora não é governo que propõe a discussão, mas todo o campo público representado por suas entidades se organiza para clamar por uma análise profunda dos rumos do setor. Estão convidados ao debate além dos representantes das entidades organizadoras, representantes do governo, da sociedade civil organizada, especialistas e estudiosos do setor, estudantes e o público em geral.

Fonte: http://www.adnews.com.br/eventos.php?id=88171